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Yamaha Maple Custom

Yamaha Maple Custom

A Yamaha anunciou que vai deixar de fabricar a série Maple Custom a partir de 2009.

A partir dessa data só estarão disponíveis os componentes individuais da série e apenas por encomenda, com um tempo previsto de entrega de seis meses. A partir de 2010 esses componentes passarão a estar disponíveis apenas por “encomenda especial”, com uma sobretaxa de 15% e tempos de entrega ainda maiores. Em 2012 deixará de ser fabricada por completo.

Assim desaparece uma série que, juntamente com a Recording Custom, foi uma das mais populares da marca. A escolha reduzida de cores e a espessura dos cascos são as principais razões apontadas pela Yamaha para explicar a falta de interesse crescente nesta série.

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A Yamaha tem novidades fresquinhas.

Em primeiro lugar, o Hex Rack System anunciado em Abril por alturas do lançamento do kit PHX Phoenix. A mais recente versão vem com grampos melhorados, denominados pomposamente “Synthetic Open Sphere”.

[Fonte: Harmony Central]

Yamaha Hex Rack

Yamaha Hex Rack

Depois, lança não menos do que dez tarolas (!) de uma só vez. Os modelos incluem uma versão all-birch na série Stage Custom. Ainda não há notícias de preços. [Fonte: Harmony Central]

Yamaha All-Birch Stage Custom Snare

Yamaha All-Birch Stage Custom Snare

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Évora, a cidade da bateria

Évora, a cidade da bateria

A Yamaha vai desenvolver, com a Universidade de Évora, Master Classes durante 3 dias, de 25 a 27 de Setembro. Será uma oportunidade única para tirar dúvidas, partilhar ideias e explorar todo o potencial das baterias Yamaha num ambiente puramente musical.

São 3 dias fantásticos, na magnífica cidade de Évora, na companhia de alguns dos maiores nomes da bateria a nível mundial. Durante estes 3 dias de pura magia musical serão ministradas Master Classes com os seguintes “Mestres”, vindos de todo o Mundo: Billy Cobham (E.U.A.), Wolfgang Haffner (Alemanha), Pedro Barceló (Espanha), Patti Ballinas (México/Escócia) e Eduardo Lopes (Portugal)

Cada baterista convidado desenvolverá, no decorrer das Master Classes, temas e técnicas diferentes. Nestas poderá participar activamente, tocar, partilhar experiências, colocar dúvidas e conviver não só com os artistas convidados como também com todos aqueles que partilham a paixão pela bateria.

Mais detalhes e inscrições no site da Yamaha Ibérica

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Rogers Prospector Denim BlueA Rogers era uma prestigiada marca que desde 1894 fazia instrumentos musicais (baterias desde 1930), e que chegou inclusive a ser apelidada de “Cadillac” das baterias.  Quem tocava Rogers? Pois bem, entre outros; Buddy Rich, Louie Bellson, Ed Shaughnessy, Roy Burns (que co-desenvolveu o hardware memriloc), Mickey Hart (Grateful Dead), Dave Clark (Dave Clark Five), David Garibaldi (Tower of Power), Brian Downey (Thin Lizzy), e muitos mais

Anda desde 1976 numa roda viva, tendo sido comprada e vendida por CBS, BMMC e Fender até que pouco ou nada restasse dessa herança. A última da lista é a Yamaha, que comprou toda a propriedade intelectual da Rogers em leilão. Desde então, pela calada, tem vindo a desenvolver kits para iniciantes que agora expandiu com os modelos Trailblazer e Prospector. Não apresentam grandes inovações a não ser a curiosidade dos bombos que vão de 18″ a 24″ (!) e algumas cores fora do comum.

Sendo da Yamaha, até acredito que a qualidade não seja muito má, mas não estamos, claramente, a falar do original ainda…

Rogers Trailblazer Brushed Copper.

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Yamaha PHX PhoenixAutêntico e genuíno Drum Porn.

Sem parar após a celebração do seu 40º aniversário a Yamaha continua a inovar com a apresentação do kit ultra high-end, o PHX Phoenix, construido com recém-descobertas madeiras asiáticas, jatoba e kapur.

Segundo Dave Jewel, director de marketing da Yamaha Drums, “Estas madeiras nunca antes tinham sido usadas para cosntruir cascos e quando as combinamos de certa maneira produzem uma tonalidade musical fora do comum. Descobrimos um segredo da natureza.”

Para ter uma ideia, o som dos cascos com 11 folhas vem do método particular de combinar as madeiras. No centro está uma folha de jatoba, que é uma madeira extremamente rígida e que dá ao casco a sua nota fundamental. De cada lado desta são colocadas quatro folhas de kaper que é mais flexível. Nas folhas interiores e exteriores é usado maple ou uma combinação de maple na folha interior e burled ash na folha exterior.

O kit vem com muitas novidades ao nível do hardware, suportes e até parafusos onde tudo foi pensado para que os cascos “cantem” sem influências por parte do resto do material.

Sabe-se que um kit vai soando melhor com a idade, mas diz quem já tocou no Phoenix que parece que este atinge o seu ponto de maturidade após uma semana…

Mais informações: Yamaha Drums

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João Luís Lobo
por João Luís Lobo
João Luís Lobo (a.k.a. Timbalão) tem 19 anos de experiência profissional como baterista, percussionista, professor de bateria e técnico reparador de baterias. A sua versatilidade levou-o a tocar com alguns dos maiores nomes da música em Portugal nos mais variados estilos. Vive em Oslo desde 2004 onde continua a desenvolver a carreira musical.

Um amigo meu percussionista costuma dizer que não recebe para tocar mas sim para acartar com a tralha, montar e desmontar e pagar a consulta do Quiroprata. De facto, se alguma parte do corpo sofre com isso são as nossas costas - músculos e coluna. Tocar numa posição ergonómicamente incorrecta é a outra razão para “partir os costados”.

Bancos e rodinhas são as coisas mais importantes para resolver este que é um problema dos mais velhos e, podem crer, será dos mais novos.
O banco da bateria muito raramente recebe a atenção e valor que merece mas afecta consideravelmente tanto o nosso bem estar físico como a nossa execução técnica e sua longevidade.

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